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Brasil, fechado pra balanço

Brasil, fechado pra balanço

O primeiro apagão deu-se com Cabral a 21 de abril de 1500 quando desapropriou 5 milhões de índios, de fato e de direito os verdadeiros e legítimos donos também por decisão divina, antes de tudo, e que hoje só restam 5 mil deles em todo território nacional, vivendo em petição de miséria.

O segundo apagão deu-se quando Dom João VI chegou à Corte no Rio de Janeiro e destituiu Dom Luís de Vasconcelos de Corte Melhor, o primeiro e mais legítimo Rei do Brasil, já por meio de intervenção humana, é verdade.

O terceiro apagão deu-se com a queda da monarquia no Brasil a partir do golpe republicano que levou ao exílio da forma mais injusta o mais honesto de todos os monarcas, Dom Pedro II, que só conseguia viajar graças aos seus recursos próprios e quando não os tinha recorria a empréstimos, mas jamais à custa do erário público.

O quarto apagão deu-se com os inúmeros golpes sucessivos à democracia que culminaram no mais grave de todos: ditadura militar, cassando inclusive a liberdade de expressão por longos 21 anos.

O quinto apagão deu-se também ironicamente na transição do poder militar para o governo civil, que vem coroando de corrupção a nação, desde então com mais de 22 anos, somando aí 43 anos de desperdícios e deveres cívicos perdulários de toda pátria.

O sexto apagão, dentre os mais recentes, deu-se com o transporte aéreo nacional, o calcanhar de Aquiles do Governo de todo um sistema apodrecido ao longo de seu acumulativo, porque já fez sua opção pela corrupção sim, e o motivo todos os 200 milhões de brasileiros sabem: o poder a qualquer custo! Pouco importa se já somam 354 mortos só nos dois últimos acidentes, e que isso é só a ponta do iceberg.

O sétimo apagão deu-se com a perda da soberania nacional quando dois pilotos norte-americanos invadem os céus do Brasil, voam a qualquer hora, do jeito que bem entendem, desrespeitam as normas nacionais e internacionais, desligam os aparelhos de identificação da aeronave que pilotam (“transponder”, sic) e derrubam outra brasileira matando 154 patrícios e tudo continua como antes na pátria de bonzos.

Afinal, Nero é Lula ou Lula é Nero? Quem reencarnou quem? Eis aí o Poder a qualquer custo, Nero também matou irmão, mulher e até a própria mãe. Será que pra implantar sua monarquia na dinastia do Lulismo Lula mata até sua própria nação?

Caso sequer ocorram novos fatos que venham condenar todos esses apagões em quaisquer instâncias, circunstâncias e sob custos irreparáveis onerando a pátria, seria interessante toda a nação fechar pra balanço e não Congonhas, o mais novo “Bode Expiatório” da corrupção no Brasil.

Prof. Dr. Montgomery Vasconcelos

(Presidente da Fundação Científica Reis de Leão e Astúrias)



Escrito por montgomeryvasconcelos@bol.com. às 06h53
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Brasil, fechado pra balanço

Presidente da Fundação Científica Reis de Leão e Astúrias/FUCIRLA, São Paulo-SP, Brasil, escreve sobre os 507 anos de apagões dessa nação órfã que precisa de forma imprescindível ser fechada pra balanço. Brasil, fechado pra balanço Quem sabe assim encontre-se a solução tão desejada de todos 200 milhões de brasileiros. Ninguém parou pra pensar que durante 507 anos de apagão nessa nação já passou da hora dela fechar pra balanço? Sim, por que: O primeiro apagão deu-se com Cabral a 21 de abril de 1500 quando desapropriou 5 milhões de índios, de fato e de direito os verdadeiros e legítimos donos também por decisão divina, antes de tudo, e que hoje só restam 5 mil deles em todo território nacional, vivendo em petição de miséria. O segundo apagão deu-se quando Dom João VI chegou à Corte no Rio de Janeiro e destituiu Dom Luís de Vasconcelos de Corte Melhor, o primeiro e mais legítimo Rei do Brasil, já por meio de intervenção humana, é verdade. O terceiro apagão deu-se com a queda da monarquia no Brasil a partir do golpe republicano que levou ao exílio da forma mais injusta o mais honesto de todos os monarcas, Dom Pedro II, que só conseguia viajar graças aos seus recursos próprios e quando não os tinha recorria a empréstimos, mas jamais à custa do erário público. O quarto apagão deu-se com os inúmeros golpes sucessivos à democracia que culminaram no mais grave de todos: ditadura militar, cassando inclusive a liberdade de expressão por longos 21 anos. O quinto apagão deu-se também ironicamente na transição do poder militar para o governo civil, que vem coroando de corrupção a nação, desde então com mais de 22 anos, somando aí 43 anos de desperdícios e deveres cívicos perdulários de toda pátria. O sexto apagão, dentre os mais recentes, deu-se com o transporte aéreo nacional, o calcanhar de Aquiles do Governo de todo um sistema apodrecido ao longo de seu acumulativo, porque já fez sua opção pela corrupção sim, e o motivo todos os 200 milhões de brasileiros sabem: o poder a qualquer custo! Pouco importa se já somam 354 mortos só nos dois últimos acidentes, e que isso é só a ponta do iceberg. O sétimo apagão deu-se com a perda da soberania nacional quando dois pilotos norte-americanos invadem os céus do Brasil, voam a qualquer hora, do jeito que bem entendem, desrespeitam as normas nacionais e internacionais, desligam os aparelhos de identificação da aeronave que pilotam (“transponder”, sic) e derrubam outra brasileira matando 154 patrícios e tudo continua como antes na pátria de bonzos. Afinal, Nero é Lula ou Lula é Nero? Quem reencarnou quem? Eis aí o Poder a qualquer custo, Nero também matou irmão, mulher e até a própria mãe. Será que pra implantar sua monarquia na dinastia do Lulismo Lula mata até sua própria nação? É bem verdade, porque seu governo a tudo se explica por meio do absurdo e ao invés de cair nas pesquisas populares com tamanhos escândalos aí é que ele sobe cada vez mais e mais, atingindo já à infalibilidade que só a Deus pertence. Caso sequer ocorram novos fatos que venham condenar todos esses apagões em quaisquer instâncias, circunstâncias e sob custos irreparáveis onerando a pátria, seria interessante toda a nação fechar pra balanço e não Congonhas, o mais novo “Bode Expiatório” da corrupção no Brasil. Prof. Dr. Montgomery Vasconcelos (Presidente da Fundação Científica Reis de Leão e Astúrias)

Escrito por montgomeryvasconcelos@bol.com. às 06h45
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