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Blog de montgomeryvasconcelos
 


Professor concursado em 1º lugar desde 1991 à UFMS, doutor em Comunicação e Semiótica/PUC-SP, presidente da FUCIRLA-SP, pensa Caso Geisy.

caso geisy

 

No caminho, com Maiakowsky

Na primeira noite eles se aproximam

roubam uma flor

do nosso jardim.

E não dizemos nada.

Na segunda noite, já não se escondem:

pisam as flores,

matam nosso cão,

e não dizemos nada.

Até que um dia

o mais frágil deles

entra sozinho em nossa casa,

rouba-nos a luz, e,

conhecendo o nosso medo

arranca-nos a voz da garganta.

E já não dizemos nada.

[COSTA, Eduardo Alves da. No caminho, com Maiakowsky. Rio: Nova Fronteira, 1985.]

 

O episódio a 22-10-2009 sobre Geisy Villa Nova Arruda de 20 anos, estudante de Turismo da Uniban, é a maior prova de que a corrupção é institucional jamais pessoal. Ninguém esperava que a simples garota saisse viva do cárcere hediondo por sua origem humilde, filha de trabalhadores pobres do ABC Paulista, porém dignos e respeitáveis, que souberam, com inúmeras dificuldades, dar, custear e manter, até o presente, uma educação familiar exemplar à filha. Filha esta quem também corresponde à altura por meio de sua competência autodidata ao chegar à Universidade já formada.

Algo de muito podre corrompe as estruturas do sistema nacional de ensino falido e por isso mesmo há mais mistério entre o céu e a terra do que possa sonhar a vã filosofia que se intromete nesse caso Geisy, como por exemplo: dentre os 60 mil inocentes úteis quantos vão à evasão, sem receber diploma, mesmo pagando taxas, mensalidades e outros acréscimos ignorados? Haja vista ainda que em todo este infortúnio, Geisy é quem mais ensina às instituições [Uniban, Mec, Midia, Justiça, Estado, País, Continente] e ao mundo o direito de ir e vir, garantido na Constituição Federal/1988 do Brasil e na Declaração Universal dos Direitos Humanos. Geisy provou isso, ao mudar o paradigma velho: “Manda quem pode, obedece quem tem juízo” pro seu novo paradigma: “Manda quem sabe, obedece quem aprende”.

Quem é a Uniban pra expulsar uma cidadã que paga seus impostos, taxas e mensalidades, honrando assim seus direitos de consumidora, e, no entanto, recebe em troca cárcere privado na universidade, discriminação, preconceito, exclusão e assédio em níveis absurdos, sem a menor proteção? Neste caso, Geisy é ou não injustiçada em troca de sua compostura digna, reta e leal à família, por honrar com a própria vida o sacrificado dinheiro dos Pais? Dinheiro este ganho com suor de trabalho e o sangue derramado em seus rostos familiares clamando justiça à filha, vítima de cárcere privado, vandalismo e barbárie virtual e real que urgem ser corrigidos.

Quem é o MEC também pra excluir a Uniban de sua lista de reconhecimento num país onde a rede de ensino privado detém 90% do alunado e a rede pública [municipal, estadual e federal] tem apenas 10% do alunado? E assim mesmo pífios 10% atolados em atos corruptos, a julgar pelos escândalos de corrupção em que o MEC está metido até os ossos, a saber:

1. Fraudes permeiam no ENEM, INEP, MEC, ao vazarem provas de 2009 ao custo de R$ 300 milhões do erário público, às vendas de avaliações de cursos e IES, configurando fracasso e crime omissivo até quando o Supremo Tribunal Federal-STF anula diploma de jornalismo nos cursos de Comunicação Social. Afinal, pra que serve aluno que nunca Enem se educa Enem se alfabetiza? E agora, o que será do MEC? Será extinto por tais fracassos? Então, crie-se urgente o Ministério da Alfabetização, pois a corrupção é institucional e não pessoal. Geisy provou isso ao mudar o paradigma retrógrado: “Manda quem pode, obedece quem tem juízo” pro seu paradigma novo: “Manda quem sabe, obedece quem aprende”. Eis aí também o porquê da inclusão poética de Augusto dos Anjos no sistema nacional de ensino, visando à erradicação do analfabetismo - Art. 214 da Constituição Brasileira/1988.

2. Analfabetismo nas cinco Regiões que vão do Norte ao Sul, do Nordeste ao Sudeste e ao Centro-Oeste grassando no Brasil, classificado no Programa Internacional de Avaliação de Alunos-PISA em 53º lugar entre 57 países.

3. Corrupção impera nas Instituições de Ensino Superior-IES: Universidade Federal de Mato Grosso do Sul-UFMS [desvio de R$ 70 bilhões à OEA da Base do Pantanal/1987-2009 junto aos Governos de Mato Grosso do Sul e à TV Globo-MS/1987-2009] Universidade Federal do Rio de Janeiro-UFRJ [desvio de R$1,1 milhão da pesquisa sobre Aids à OEA, Folha de S. Paulo, 6-7-2009, C1] Universidade Federal de São Paulo-UNIFESP [desvio de R$4,8 milhões/2007-2009] Universidade de Brasília-UnB [Escândalo no desvio de R$350 milhões/2007-2009] Universidade de São Paulo-USP [vende diplomas e concursos] Universidade de Campinas-UNICAMP [retem diplomas e projetos em concursos]. Irregularidades que urgem o Ministério Público Federal apurar no Proc. nº 1.34.001.008928/2009-35 e no Proc. 2002.03.99.015377-6 [Cf. Proc. de origem nº 96.0007671-5] aberto há 13 anos.

Por causa desses processos, o Prof. Dr. Montgomery Vasconcelos, igual à Geisy, ao denunciar corrupção na Universidade Federal de Mato Grosso do Sul-UFMS e nas demais IES, sofre perseguições, a saber: cárcere privado, 12 atentados, assassinados irmão[1992] pai[2000] mãe[2007] pelos reitores pistoleiros/UFMS. E até seu único bem que lhe serve de moradia é leiloado pelo crime organizado que grassa no Forum João Mendes, capital São Paulo-SP, via reitores/UFMS: “Se me matam escapo morto!” [Cf. Gonzaguinha/MPB].

Daí o porquê desse caso Geisy ter alcançado os maiores índices nas tecnologias da informação, que vão desde Macaco Simão [o esculhambador geral da república] à Luciana Gimenes [hd = alta definição] em Sampa: o reino de Cracolândia, por meio de sua reprodutibilidade moral, e atingido os meios de comunicação na era global, virtual e cibernética.

(Prof. Dr. Montgomery Vasconcelos é concursado em 1º lugar desde 1991 à Universidade Federal de Mato Grosso do Sul/UFMS, doutor em Comunicação e Semiótica/PUC-SP e presidente da Fundação Científica Reis de Leão e das Astúrias/FUCIRLA-SP)



Escrito por montgomeryvasconcelos@bol.com. às 22h38
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