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Blog de montgomeryvasconcelos
 


POR QUE O AMOR É O ÚNICO DESCONHECIDO DO SER HUMANO?

http://youtu.be/QTziCPA2dXg

POR QUE O AMOR É O ÚNICO DESCONHECIDO DO SER HUMANO?

Meu Deus, a saudade dela me arromba o peito e a alma em minhas transgressões amorosas de romântico piegas, deslocado e perdido de amor no tempo, no espaço e no infinito de meu ser inútil a tudo. Meu Deus e agora? Passei a vida ignorando tudo isto, e agora sou vítima desse tudo isto! É como se ela fosse o Pássaro Negro fugindo de mim numa triste-ensolarada sexta-feira à tarde, em pleno Coqueiral, torrando-me de solidão quaisquer esperanças, inclusive, até aquelas que nutri pelo "Blackbird" dos Beatles! 

E agora? Como explicar ao mundo e aos deuses que apesar desse tudo isto ainda estou muito feliz porque vivia feito uma massa amorfa sem vida nem sentimento. Aquilo lá era vida pra mim? Mas agora sinto esse tudo isto. E esse tudo isto apesar duma solidão incomensurável que me destroça a existência humana e a alma desparafusadas por meio de parafusos destarrachados e podres provam-me que morrendo de amores por ela é que eu escapo morto! 

Posto ainda que esse tudo isto é o meu orgulho maior de amá-la acima de tudo, inclusive, é o meu amor de orgulho maior do que o mundo diante dele tão pequeno, pequeníssimo chegando até a ser mesquinho. A ponto agora de eu celebrar que sinto um estranho vigor e me acho até convencido de que Deus tá com inveja de mim! É mole ou quer mais? Chupa essa manga pobres mortais que nunca amaram, amam, nem amarão jamais! Fuiiiiiiiiiiiiiiiiiiii...

SONETO À MUSA COQUEIRAL

 

Se o luar prata de seus olhos penetrasse

O castanho romântico de minhas retinas

Veria em meu pulso o verde-esperança dá-se

À coragem Musa Coqueiral em serpentinas.

 

Se a lua em carnaval de seus olhos amasse

O castanho-flor mais felino do eu traquinas

Veria meu coração leão das colombinas

Beijar seu rosto lindo quando eu o tocasse.

 

Por isso caí logo em carnaval cúmplice

De minha própria traição tão amorosa,

Pois pensei denunciar um dia o seu olhar,

 

Rápido como um raio de feitiço tríplice,

Cerrando as portas da saudade duma Rosa,

Que se fez Musa Coqueiral só pra eu amar.




Escrito por montgomeryvasconcelos@bol.com. às 21h02
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O AMOR, QUANDO VIREI POR FIM A AMÁ-LO?

http://youtu.be/QTziCPA2dXg

O AMOR, QUANDO VIREI POR FIM A AMÁ-LO?:

 

Há dias, há meses, há anos ensaio de diversas formas como melhor declarar o meu amor à ela e confesso que até o presente me sinto incompetente pra tal. Ainda mais que agora à tarde levei uma exclusão do destino na cara, assim sem mais nem menos! Mas como foi mesmo que me aconteceu? Vou repetir porque, nunca existiu, não existe e nem existirá fórmula certa pra acontecer quaisquer tipos de reciprocidade no amor.

  

Hoje à tarde eu ia lhe cumprimentar conforme reza a Constituição Brasileira no tocante à educação uns aos outros com urbanidade, mas quando lhe encarei notei certo constrangimento em me ver. Senti-me nada, insignificante, a ponto de relembrar versos de poeta desconhecido, a saber:

 

"Ninguém me ama, ninguém me quer...

Ninguém me chama de Baudelaire!"

 

Ainda assim ouso como Mc Ousado ensaiar este novo  

 

SONETO À MUSA COQUEIRAL II

 

Hoje ela passou tão depressa que queria

Chegar ontem. Tudo isto pra fugir de mim.

Como é duro este desprezo feito agonia,

Que me deixa como as flores mortas sem jardim.

 

Como um foguete americano, parecia

Tão veloz que se perdia em balas de festim.

Dando em troca de nada a vida em harmonia,

Que se perdia pelas manchetes do pasquim.

 

Bom. Eis seu recurso pra recusar alguém.

Mas, atualmente é impossível se mentir,

Mesmo, tão prodigiosamente não convém.

 

A verdade que sentimos, isto não mantém,

Por muito tempo, uma emoção, que só quer ferir

Com tanta certeza, que não volta mais quem vem.



Escrito por montgomeryvasconcelos@bol.com. às 20h45
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